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Como criar um cachorroCriar um cachorro exige um esforço diário de seu dono. De acordo com a médica veterinária Jackline Pinto, “o proprietário deverá ter consciência de que no ambiente o animal, além de horários para refeições, água fresca, caminha confortável, comedouro e bebedouro higienizados, deverá ter suas necessidades atendidas: passeios, brincadeiras e socialização. Deverá também ter um espaço adequado. Não podemos esquecer ainda da sua integridade física – deverá ser vacinado e vermifugado corretamente com orientação de um médico-veterinário”.

A seguir, as orientações corretas para se criar corretamente um animal dentro de casa:

 

Vacinação

A vacinação do cachorro é a melhor forma de evitar que ele adoeça. Há muitos anos as vacinas são utilizadas para a prevenção de doenças. Por isso é muito importante manter atualizada a carteira de vacinação do animal.

Em geral, são recomendadas pelo menos 3 doses de vacina polivalente, ou seja, que protege contra várias doenças, iniciando-se o programa de vacinação ao redor do 45º dia de vida. Os cães podem ser vacinados contra a parvovirose canina, coronavirose, cinomose, adenovirose, hepatite infecciosa canina, parainfluenza, leptospirose e raiva. Existem ainda vacinas contra doenças respiratórias, como a gripe canina ou tosse dos canis.

É importante ressaltar que não existe um programa de vacinação-padrão e que apenas o médico-veterinário pode recomendar qual o momento ideal da vacinação e contra quais doenças o animal deve ser vacinado. Existem importantes diferenças raciais e regionais que determinam variações no esquema de vacinação dos cachorros.

 

Alimentação

Alimentação de cachorroA alimentação do seu animal é muito importante para que ele tenha uma vida saudável. Enquanto filhote é recomendável que ele seja alimentado com papinhas e rações especiais para essa fase. Quando atinge a fase adulta (o tempo depende da raça), ele pode ser alimentado com rações e comidas caseiras, essas, porém, preparadas de forma especial para o animal e nem sempre recomendadas pelos veterinários.

"Um cão adulto deverá se alimentar com ração específica a sua raça e suas condições. Deverá ser oferecida ao animal a quantidade diária necessária em duas refeições. O alimento deve ser colocado para que o animal se alimente em 30 a 40 minutos. Após esse tempo, o comedouro deverá ser retirado e lavado. A ração deverá ser oferecida 12 horas mais tarde, a água deverá estar sempre à disposição e filtrada e fresca", explica Jackline.

O cão é um animal que tem carências nutricionais diferentes das nossas, por isso sua dieta deve ser direcionada a atender essas necessidades. Quando alimentamos os cães com comida caseira, na grande maioria das vezes (quase sempre), não promovemos uma nutrição adequada. Por mais simples que possa parecer, a ração é, nessa maioria dos casos, a melhor opção.

No Brasil existem vários tipos de rações, a começar pelas rações populares. Normalmente, preparadas com subprodutos de milho, soja, farelo de algodão, etc. Tais ingredientes não possuem proteínas de origem animal necessárias para o desenvolvimento dos cães, e por isso essas rações não são recomendadas para o consumo.

Já as rações "Standard" contêm farinha de carne e ossos, glúten de milho, gordura animal, etc. Porém ainda não são "ideais" quanto à digestibilidade, porque se alcança o percentual de proteína com ingredientes de menor digestibilidade como a soja ou o glúten. Com relação ao custo, estão numa faixa intermediária de preços.

As rações "Premium e Super Premium" são produtos de ótima qualidade em nutrição canina, e por isso são mais caras. Sua produção é feita a partir da carne de frango, ovelha, peru e outros. Tais ingredientes, de origem animal, têm maior digestibilidade, ou seja, o trato digestivo canino tem menos "trabalho" para metabolizá-los. Esta é outra característica das rações premium: como a digestibilidade é maior, o consumo diário de ração é menor (o que ameniza o preço da ração). Promovem, ainda, uma vida mais saudável ao cão e reduzem o volume das fezes do animal.

É recomendado mudar a marca de comida a cada quatro meses (no máximo), para prevenir deficiências causadas por estar sempre a dar a mesma marca (devido à alimentação dos mesmos ingredientes).

Ao mudar de marca, é importante misturar a ração antiga com a nova, e ir mudando as proporções (diminuindo a ração antiga e aumentando a nova) até que o novo alimento seja totalmente assimilado pelo animal. Deve-se observar se existe alguma diferença com o animal (mal-estar, comichão, diarreia, etc.). Se isso acontecer, é necessário mudar de marca outra vez, retirando por completo a marca anterior, e fazer a mesma dieta, como se aquela marca nunca tivesse existido. Se esse problema continuar, consulte o veterinário.

Cães de raças grandes devem receber dieta adequada, sem exageros, para um crescimento equilibrado e uniforme. Uma dieta reforçada demais pode trazer problemas de "calcificações indesejadas" no futuro.

Se o cão estiver numa dieta rigorosa prescrita pelo veterinário, lembre-se de ir a uma consulta a cada seis meses (no máximo), para que ele possa ver se está tudo bem, se precisa alterar alguma coisa, etc.

Pôr outros alimentos, como vegetais cozidos, pedaços de carne, tofu e grão cozido, na tigela do animal junto com a comida de cão é também uma boa ideia, porém é recomendado sempre cozer esses alimentos adicionais, para serem mais bem digeridos.
É importante não oferecer ao animal petiscos do tipo: biscoito humano, pão, chocolate, pipoca... mesmo que ele goste muito. Esses alimentos estão frequentemente envolvidos em casos de alergias alimentares, assim como macarrão, fubá e outros alimentos à base de amido. Essas alergias alimentares têm quadros variados que vão de simples coceira até feridas na pele e febre.

Não existe ração ideal para todos os cães. Cada animal reage de uma maneira diferente. Tem cães que se adaptam perfeitamente a rações populares e outros que não se adaptam às super-premium. Por isso, a melhor pessoa para orientar sobre qual é a melhor opção de ração para cada cão é o médico-veterinário que acompanha a saúde do animal. Ele é capaz de avaliar os parâmetros corretos e saber se a dieta é satisfatória para cada cão especificamente.

 

Banho

O primeiro banho de um cachorro deve ser dado após ele receber todas as vacinas. Para manter a saúde e o bem-estar do animal, os cuidados com a pele e o pelo devem ser considerados.

Problemas de pele ocorrem com muita frequência, pois a pele do cão produz uma cera oleosa (sebo) que atrai poeira e fuligem. A combinação da sujeira com a oleosidade da pele e pelos do cachorro facilita o crescimento de bactérias, tornando-se a causa frequente de odor desagradável nos cães que não são banhados regularmente.

"Os banhos e tosas deverão ser realizados de acordo com a necessidade de cada animal, levando em consideração os hábitos da família da qual agora ele faz parte. As unhas deverão ser cortadas e os ouvidos limpos, por um profissional especializado", informa Jackline.

O pelo longo também pode agir como um esfregão e atrair sujeira excessiva. Para alguns cães, poucos banhos por ano podem ser suficientes, enquanto para outros são necessários banhos semanais. A frequência pode ser determinada junto com o médico-veterinário.

Existem diferenças significativas entre a pele humana e a do cachorro. O animal deve ser banhado com produtos formulados especificamente para eles. O uso de um xampu inadequado pode ser danoso para a saúde do animal. Muitos xampus contêm substâncias químicas muito agressivas para a pele do animal, destruindo as células cutâneas e removendo componentes que mantêm a pele macia e elástica.

Existem três classes de xampus, geralmente empregados na medicina veterinária: os xampus de limpeza e condicionadores para animais com pele e pelo sadios, que precisam apenas de uma limpeza refrescante; os xampus terapêuticos, reservados para animais com desordens no pelo e pele, como alergia cutânea, seborreia (caspa) e condições mais severas de infecções úmidas gordurosas, entre outras; e os xampus parasiticidas utilizados no controle dos parasitas externos dos cães, como pulga, piolhos ou ácaros.
Durante o banho, os olhos e ouvidos dos animais devem receber atenção especial, pois são de fácil irritação. Por isso é importante sempre ter cuidado em não deixar cair água ou outro produto. Uma recomendação é colocar algodão nos ouvidos do animal e prestar muita atenção para que não caia água em seus olhos.

O banho deve ser dado com água morna se estiver frio e com água quase fria se estiver calor. Água quente resseca o pelo e tira o brilho. Além de, eventualmente, causar problemas de saúde como gripes fortes ou pneumonias em razão de uma mudança brusca de temperatura.

Antes de banhar um animal com pelo longo, é recomendado escová-lo antes, removendo pelos embaraçados ou nós. Após isso, deve-se molhar bem o pelo e, usando o xampu recomendado pelo veterinário, fazer uma boa espuma, massageando suavemente a pele para remover as células cutâneas mortas e a sujeira. Em seguida, deve-se cuidadosamente enxaguar a cabeça e o corpo, não deixando nenhum resíduo de xampu para evitar alguma irritação de pele. Por fim, a secagem do cão com uma toalha grande ou, se possível, um secador de cabelos numa temperatura baixa para não queimar a pele do animal. Animais com pelo longo devem ser escovados até que o pelo seque.

 

Escovação e tosa

Escovação do pelo do cachorroA escovação dos pelos é extremamente importante para deixar o animal com uma aparência saudável e bonita. Por isso, recomenda-se a escovação diária, pois, além remover os pelos mortos e ajudar a verificar a presença de pulgas e carrapatos, pode também proporcionar um momento de muito prazer para o animal e seu dono.

A escovação também promove um contato mais íntimo, um momento de carinho e atenção que é muito importante para a saúde mental do animal.

O tipo de escova para realizar essa atividade varia de acordo com o tamanho dos pelos. Animais de pelos longos devem ser escovados diariamente por "rasqueadeiras", escovas que possuem cerdas de aço. Esse tipo de escova penetra fundo no pelo sem machucar a pele. Ela retira os nós dos pelos durante a escovação, deixando o animal esteticamente mais bonito. Deve ser usada em pelagens longas e médias, nestas últimas passando-se a escova no sentido anti-horário.

Já os animais de pelo curto podem ser escovados com uma escova macia ou de pinos, que deixam os pelos mais brilhantes e tiram a pelagem em excesso.

Algumas raças caninas exigem tipos diferentes de tosa (ou “trimming”). Isso se deve à sua função. Por exemplo: a tosa do poodle com pelo nas suas articulações e no peito deve proteger partes do corpo quando o cão eventualmente entrar na água.

O shnauzer, fox terrieer de pelo duro e scottish terrier possuem barbas e sobrancelhas porque são animais que, antigamente, caçavam roedores nas suas tocas. A barba áspera e a sobrancelha que se projeta protegem a boca, nariz e olhos de possíveis mordidas.
Detalhes à parte, a tosa serve para ressaltar qualidades e disfarçar eventuais falhas, produzindo uma certa ilusão de ótica. Por exemplo: um cão sem pescoço fica com pescoço longo, um cão longo se torna curto, um cão “reto” apresenta angulações e assim por diante. Essa ilusão de ótica é feita através da retirada de pelos em certas regiões, dando assim a ideia de que o animal se enquadra perfeitamente no padrão da raça.
A tosa deve ser feita em um pet shop e requer o mesmo cuidado e capricho de um cão de exposição, pois qualquer um pode notar uma máquina malpassada ou um poodle mal tosado. Qualquer cachorro deve sair do pet shop extremamente caprichado, sem falhas ou marcas indesejáveis.

 

Dentes e unhas

Assim como os seres humanos, os cães também possuem duas arcadas dentárias. A primeira a surgir é a dos "dentes de leite", que logo após 4 meses de vida do animal começa a ser substituída pela arcada de dentes permanentes, em um processo que dura 3 meses.

É recomendada a escovação dos dentes do animal ao menos uma vez por semana, utilizando uma pasta dental específica para isso. A falta de higiene nos dentes pode provocar o surgimento de tártaro e outras doenças bucais.

Já as unhas possuem áreas irrigadas por vasos sanguíneos e por isso devem ser cortadas com cuidado, utilizando um equipamento adequado. A recomendação é de que um veterinário faça isso ou recomende alguém que saiba fazer.

 

Acomodação

Passeando com o cachorroA acomodação do animal é muito importante para o bom convívio do mesmo com a família e com o dono. Por isso é muito importante que o cão tenha um espaço delimitado para dormir e também para se exercitar. É importante ressaltar que cães precisam de espaço, e que muitas vezes os conceitos de espaço do dono e de seu cão podem ser bem diferentes. A maioria das raças grandes serve para a caça, guarda ou trabalho. Os instintos caninos de farejar, cavar, correr e estar ocupado a maior parte do tempo fazem com que os cães estejam sempre em atividade. Por isso um espaço muito delimitado pode frustrar o cão e provocar danos materiais ao seu dono. Se o cão é criado em apartamento, deve-se reservar um espaço para que ele possa se sentir tranquilo e confortável, lembrando que esse espaço nem sempre é a varanda ou a área de serviço. Não há grandes problemas em criar animais de estimação em apartamentos, desde que o tamanho do animal seja compatível com o do imóvel. Um cachorro de 40 kg, por exemplo, vai fazer ao menos de dois a três litros de xixi por dia.

Atividades diárias também devem ser executadas para o bem-estar do animal. Se o cão só sair aos fins de semana para passear, ele provavelmente apresentará um comportamento rebelde e sofrerá queda exagerada dos pelos por causa do estresse de viver em um espaço reduzido.

A criação do cachorro em uma casa é mais fácil, mas nem por isso dispensa qualquer dedicação. Muitos donos deixam o cão fora da convivência familiar, deixando-o no quintal e só o vendo quando levam comida. É muito provável que o animal fique descuidado e carente.

Criar o cão dentro de casa também exige muitos cuidados e principalmente o treinamento do cão, que deve saber os espaços que pode frequentar e principalmente onde deve dormir e fazer suas necessidades fisiológicas.

Outra sugestão válida para casas são os cães de guarda. Em tempos de violência urbana, contar com eles pode ser uma escolha boa e barata.

 

Os primeiros dias
A adaptação de um cachorro na nova casa requer muito cuidado e precaução. Algumas pessoas acreditam que, se deixarem o animal dormir dentro de casa ou no quarto, ele ficará mal acostumado. Por isso, a maioria dos donos acaba defendendo a ideia de que o cão deve ficar pelo resto da vida no mesmo cantinho. O problema é que esse mito, somado ao stress da mudança de ambiente, só piora a vida do bicho.

É importante não liberar a casa toda para o animal, para que ele saiba os limites de onde pode chegar. Também é bom especificar o local onde ele deverá dormir e fazer suas necessidades. Nos primeiros dias pode ser que ele estranhe um pouco, mas com o tempo irá se acostumar.

 

Atividades físicas

Após o quarto mês de idade, é importante que os cães não caiam no sedentarismo e comecem a praticar alguma atividade física. Entende-se como qualquer forma de exercício desde brincar de bolinha no corredor até um superprograma de treinamento acompanhado do veterinário, incluindo esteira, natação e tração.

Exercícios físicos, além de serem bons para a saúde dos cães, são ótimos para manter e aumentar a massa muscular, melhorar a agilidade e o condicionamento físico do animal.
Cães que praticam atividades como Agility, Flyball, Natação, Caminhada e outras são sempre mais saudáveis.

Qualquer exercício mais elaborado deverá ser feito com acompanhamento do veterinário e sempre de forma bem natural, para que o cão se sinta à vontade e faça com humor e alegria. Um dos melhores exemplos para isso é o Agility, uma sequência de exercícios em que o cão se exercita, brinca, corre, pula, se sociabiliza, obedece e sempre de maneira alegre e bem natural. Os exercícios não devem passar do limite do cão, e as recomendações do veterinário devem ser seguidas à risca.

Nunca se esqueça do clima também, pois um cão sofre com o calor como qualquer outro animal, e, por fim, nunca se deve forçar o cão a fazer qualquer tipo de exercício, até mesmo o que ele mais gosta.

 

Transporte

Cachorro no carroTransportar um cachorro em um carro exige mais cuidado do que se parece. Esse tipo de transporte deve obedecer a algumas regras que visam garantir a segurança do animal, dos passageiros e do motorista.

Como os animais são seres irracionais, estando soltos no carro, eles podem pular sobre o motorista, comprometendo a sua visão por alguns momentos, ferindo-o involuntariamente ou fazendo-o retirar uma das mãos do volante, além de assustar pedestres, outros motoristas, ciclistas ou motoqueiros ao, eventualmente, colocar a cabeça para fora do carro. Ou ainda pular da janela quando o veículo em que está parar no sinal, correndo o risco de ser atropelado, se perder ou machucar alguém. Soltos, os bichos também podem se ferir em caso de freada brusca ou colisão.

Conforme o Código Nacional de Trânsito, se o cachorro estiver solto dentro do carro e pular para o banco do motorista, a multa é de R$ 85 e implica na perda de 4 pontos na carteira. Se ele estiver na caçamba de uma picape, a multa é de R$ 128 e 5 pontos na carteira.

No caso dos cães, a melhor forma de transportá-los é dentro de caixas especiais, comercializadas em pet shops. Essas devem ser fixadas no veículo (presas ao cinto de segurança) ou colocadas no chão, atrás do banco do motorista ou do passageiro da frente. A caixa nunca deve ser colocada no porta-malas, pois no local existe pouca circulação de ar e a atitude pode ser entendida como maus-tratos. Cachorros de grande porte, cuja colocação em caixa é mais difícil, também podem ser levados presos em cintos de segurança especialmente projetados para isso.

Para viagens nacionais de avião é necessário o certificado de vacinação antirrábica (a vacinação deve ter sido feita 30 dias ou mais antes da viagem).

Para viagens internacionais, além do atestado de saúde e de vacinação, emitidos por um médico-veterinário, também é necessário um atestado de saúde fornecido pelo veterinário (no máximo 3 dias antes da viagem). De posse desses documentos, o proprietário deverá ir ao Ministério da Agricultura, que lhe fornecerá um atestado Certificado Zoosanitário Internacional. Para viagens fora do país, também é necessário informar-se no consulado do país de destino quais as exigências para a entrada do animal. Alguns países aceitam apenas o atestado do Ministério da Agricultura ou exigem um visto consular para a entrada do animal. Há países que exigem que o animal cumpra um período de quarentena no aeroporto. Países da Europa, em geral, solicitam um exame sorológico para confirmação da vacinação antirrábica, que deve ser feito com bastante antecedência. Há restrições quanto ao número de animais que estão imigrando em alguns países.

Na maioria das companhias, o animal irá no compartimento de carga dentro de uma caixa de transporte, cujas medidas e características variam com a companhia aérea. Em alguns casos, algumas companhias permitem que os animais viajem com os donos. Há restrições quanto ao número de animais por voo, portanto, deve-se fazer uma reserva para viajar com o animal.

Os animais devem ser transportados em contêineres de fibra com tamanho suficiente para que possam efetuar o movimento de 360 graus em seu interior. Deve haver compartimento para água e comida e o piso deve estar forrado com material que absorva os dejetos.

 

 


Jackline Pinto é médica-veterinária (CRMV SP 9611) com especialização em terapia floral e comportamental. É autora do livro "Florais para Cães", da Editora Butterfly. Blog: www.floraisparacaes.blogspot.com


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